sábado, 17 de dezembro de 2011

Um passo de cada vez

Não quero brincar de ser forte.
Quero desabar, levantar, rir e agir.
Conforme o meu gosto e meu humor.
Não importa mais se o tempo passa.
Se preocupar com as verdades do mundo é tolice.
Quero abraçar todas as coisas boas que me fazem rir.
Quero andar despreocupado junto com a minha evolução.
É bom abrir janelas e ver que estou distante de todo o caos.
Que continuo de pé.
E a dança dos meus dias é muito pessoal.
Minhas vitórias, meus valores, minhas existências, minhas inconseqüências.

E é tudo assim tão único e singular.
O desistir me agrada e me faz tomar uma nova partida.
Outra história, outro desafio.
Forças renovadas.
Sinto falta, muita falta...
E isso me faz aprender e compreender.
Que o fim era necessário.
O mundo é grande demais para acabarmos sentados reclamando de tudo que passou.

E é tudo tão simples.
Tão engraçado, tão vibrante.
Que não penso em mais outra coisa.
Que não penso mais em parar.
Que penso como estou bem.
Um dia acordei assim, sem saber para onde ir.
E você sabe como gosto do mundo lá fora.
Que gosto de perder o caminho de casa.
É isso que me move isso que me motiva.

Nenhum comentário:

Postar um comentário