segunda-feira, 19 de março de 2012

Desolado

Não importa como começou...
Você não sabe o desejo que tenho de chegar ao fim...
Não quero que o tempo me de razão...
Aprendi a ser sozinho... Aprendendo a ficar no silencio...
Gosto da música alta...
Da cidade cinza e vazia...
Não quero andar pelos mesmos caminhos...
Queria me perder...
Não acho mais sentido algum...
Sou deficiente de esperança...
Às vezes me pergunto o porquê do andar apressado...
Se não existe nenhum lugar que eu queira ficar...
Ainda não entendo o porquê que perco o ar...
Que ainda me perco em seus passos...

Leve meus olhos...
Tudo que já vi...
Eu não quero ser o mesmo...
Quero superar minhas deficiências...
Leve meus olhos...
Tudo que já vi...
Não consigo achar mudança...
Devolva-me algum tipo de esperança...

Tento sempre não me importar...
Nada vale grande dedicação...
Não quero ouvir, nem falar...
Não quero conviver com o seu descaso...
Com sua mania de não se importar...

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